Opening the Door to Brazil: What the Petrobras AM Workshop Showed Us About the Future of Industrial Supply 

In June, Fieldnode participated in the Additive Manufacturing in Oil & Gas Workshop III, hosted by Petrobras in Rio de Janeiro. It was our first significant presence in Brazil, and the conversations we had confirmed a strong interest in Fieldnode. 

Our presentation focused on a question that is becoming increasingly central to industrial digital supply chains: the difference between transparent, open digital inventory ecosystems and closed solutions. 

A closed ecosystem locks parts data, supplier relationships, and manufacturing capabilities within a single platform or vendor, creating a new form of dependency. It replaces geographic supply risk with digital supply risk. An open ecosystem connects operators, OEMs, and manufacturers through standardized, transparent workflows where every participant has visibility int the process – while intellectual property is guarded – and no single party controls the access to the ecosystem. This is the model Fieldnode is built on. And Brazil is a market where this solution could make a real difference. 

The Brazilian energy sector is one of the most active and ambitious in the world. The demand for locally sourced, rapidly produced industrial components is growing in Brazil. But the infrastructure to support on-demand, qualified manufacturing at scale shows opportunities for improvement. Parts that could be produced in-country are still being imported, and lead times that could be measured in days are measured in months. 

The opportunity we see in Brazil operates on two levels. The first is connecting local contract manufacturers to a qualified digital supply network, giving them access to demand from international operators and the standards framework needed to compete for that business. 

The second is the introduction of Fieldmade Nomad micro-factories. These are not simply mobile manufacturing units. Each Nomad addresses a specific scenario: production at the point of need, in locations where the existing network of manufacturing partners has no physical presence – a remote site, an offshore facility, an industrial zone traditional supply chains cannot reach. There, the Nomad becomes a production node within the Fieldnode ecosystem – a physical extension of the digital network, deployed directly where it is needed. It receives digital part specifications from the platform, produces the component on demand and feeds process and quality data back into the network, complementing the manufacturing capacity already available within the ecosystem. The result is a fully traceable, governed production capability that scales with the ecosystem rather than depending on fixed infrastructure. 

Together with a major international partner, we are already working to demonstrate what this model looks like in practice. Brazil represents a natural next frontier for that collaboration. 

The workshop in Rio was a beginning. We are looking forward to what comes next. 

 

 

 

Abrindo as Portas para o Brasil: O Que o Workshop de Manufatura Aditiva da Petrobras Revelou Sobre o Futuro do Fornecimento Industrial 

Em junho, a Fieldnode participou do Additive Manufacturing in Oil & Gas Workshop III, promovido pela Petrobras no Rio de Janeiro. Foi nossa primeira presença significativa no Brasil, e ficou claro, nas conversas que tivemos, o quanto o mercado está interessado na Fieldnode. 

Nossa apresentação teve como foco uma questão que vem se tornando cada vez mais central para as cadeias digitais de suprimentos industriais: a diferença entre ecossistemas de inventário digital abertos e transparentes e soluções fechadas. 

Um ecossistema fechado mantém restritos os dados de peças, os relacionamentos com fornecedores e as capacidades de manufatura dentro de uma única plataforma ou fornecedor, criando uma nova forma de dependência. Substitui o risco geográfico de suprimento pelo risco digital de suprimento. Já um ecossistema aberto conecta empresas operadoras, OEMs (fabricantes de equipamentos originais) e fabricantes por meio de fluxos de trabalho padronizados e transparentes, nos quais todos os participantes têm visibilidade do processo, com a propriedade intelectual preservada, e nenhum participante controla sozinho o acesso ao ecossistema. É nesse modelo que a Fieldnode foi construída. E o Brasil é um mercado onde essa abordagem pode fazer uma diferença real. 

O setor de energia brasileira é um dos mais ativos e ambiciosos do mundo. A demanda por componentes industriais produzidos localmente e com rapidez está crescendo no país. No entanto, a infraestrutura necessária para sustentar uma manufatura qualificada sob demand, em escala, ainda apresenta oportunidades de evolução. Peças que poderiam ser produzidas em território nacional continuam sendo importadas, e prazos de entrega que poderiam ser medidos em dias ainda são medidos em meses. 

A oportunidade que vemos no Brasil se desdobra em duas frentes. A primeira é conectar fabricantes locais qualificados a uma rede digital de suprimentos qualificada, dando a eles acesso à demanda de empresas operadoras internacinais e ao framework de padrões necessário para competir por esses contratos. 

A segunda é a introdução das microfábricas Fieldmade Nomad. Elas não são simplesmente unidades móveis de manufatura. Cada Nomad atende a um cenário específico: produção no local de necessidade, em regiões onde a rede existente de parceiros de manufatura não possui presença física — seja um local remoto, uma instalação offshore ou um polo industrial que as cadeias tradicionais de suprimentos não conseguem atender. 

Nesses locais, o Nomad torna-se um nó de produção dentro do ecossistema Fieldnode – uma extensão física da rede digital, implantada exatamente onde é necessária. Recebe especificações digitais de peças por meio da plataforma, produz os componentes sob demanda e retroalimenta a rede com dados de processo e qualidade, complementando a capacidade de manufatura já disponível no ecossistema. O resultado é uma capacidade produtiva totalmente rastreável, com governança integrada, que cresce junto com o ecossistema, em vez de depender de infraestrutura fixa. 

Em conjunto com um importante parceiro internacional, já estamos trabalhando para demonstrar como esse modelo funciona na prática. O Brasil representa a próxima fronteira natural para essa colaboração. 

O workshop no Rio foi apenas o começo. Estamos ansiosos pelo que vem a seguir. 

 

 

Martin Andersson and John Barnes